
(Merece mais, mas agora não tenho tempo...voltem mais tarde!)

Segundo li ainda agora no site do jornal A Bola (err...):Katie Melua trouxe a banda (mas não toda) a Cascais e foi num hipódromo que o povo murcho, mudo, morto a recebeu. Apesar de ter escolhido um reportório que oscilava entre as músicas mais apaixonadas e calmas e as mais upbeat, bastante "dançáveis", o melhor que Katie conseguiu foi um bater de pé e umas palmas e assobios nas músicas que mais passaram no nosso espaço hertziano.
Destaque para as variações de Katie e dos músicos que ao desviarem as canções da gravação dos álbuns dão um toque de classe à exibição de outra forma monótona. Destes o que mais me marcou foi "Toy Collection", tocado e cantado com a garra que o álbum nunca teve.
Katie fica de parabéns porque trouxe um bom concerto, boa música, bons músicos, bom som, tudo do melhor. Faltou a cenografia que sabemos que acompanha alguns dos seus espectáculos mas até isso era perdoável.
O que não é perdoável é o público que lhe foi oferecido. A pobre coitada bem podia fazer strip que ninguém se manifestaria de qualquer maneira...
[mais fotos em flickr.com/enolough]
Ultimamente tenho presenciado muita discórdia em relação ao ex-Ornato. Eu até percebo não se gostar dele. Agora dizer que é sobrevalorizado....Portugal não tem capacidade de aprender com os erros cometidos. Repetimos os mesmos erros. Umas vezes por burrice, outras por desonestidade pura e simples, oportunidade de negócio, etc. Quase desejava que nos fechassem a torneira dos dinheiros europeus, que fôssemos obrigados a viver com aquilo que produzimos, com a riqueza que produzimos, para que os portugueses aprendessem.
A pianista Maria João Pires vai renunciar à nacionalidade portuguesa, tornando-se aos 65 anos cidadã brasileira. A notícia é avançada pela Antena 2 da RDP, que adianta que a pianista se fartou “dos coices e pontapés que tem recebido do Governo português".

Foi a 1 de Julho de 1979 que a Sony lançou a caixa azul e prateada, o meu primeiro grande amor e o objecto que viria a revolucionar a indústria da música: o Walkman.